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Negócios e Empreendedorismo

O Negócio Escondido dos Painéis Solares que Pouca Gente Percebe

A instalação é apenas o começo. Conheça os serviços de manutenção, inspeção, monitoramento e diagnóstico que podem surgir ao redor da crescente base de sistemas fotovoltaicos no Brasil.

Técnico inspecionando painéis solares com câmera térmica e a pergunta Quem vai cuidar disso?Imagem de destaque

O NEGÓCIO ESCONDIDO DEPOIS DA INSTALAÇÃO DOS PAINÉIS SOLARES

Milhares de pessoas estão colocando painéis solares nos telhados de casas, comércios, galpões e propriedades rurais.

Empresas ganharam dinheiro vendendo os equipamentos.

Outras ganharam fazendo as instalações.

Mas existe uma pergunta que quase ninguém faz:

O que acontece depois que todos esses painéis estão instalados?

Porque a empresa pode terminar o serviço e ir embora…

Mas os equipamentos ficam ali.

Expostos ao sol, chuva, poeira, folhas, poluição e às condições do ambiente durante anos.

E é justamente depois da instalação que pode começar outro mercado.

Inspeção.

Monitoramento.

Diagnóstico.

Manutenção.

Limpeza técnica.

Identificação de problemas.

E outros serviços relacionados à operação dos sistemas.

Hoje nós vamos investigar esse mercado que existe depois da instalação dos painéis solares.

E você vai entender por que talvez exista uma oportunidade que muita gente ainda está procurando no lugar errado.

BLOCO 1 — TODO MUNDO OLHOU PARA A VENDA

Durante muito tempo, quando alguém falava em ganhar dinheiro com energia solar, a primeira coisa que vinha à cabeça era:

vender painéis.

Depois surgiu outra possibilidade:

instalar sistemas fotovoltaicos.

Empresas apareceram em várias regiões oferecendo projetos completos.

Só que existe uma característica interessante nesse mercado.

Depois que o sistema é instalado, ele não desaparece.

Ele pode permanecer funcionando por muitos anos.

Isso significa que, conforme aumenta a quantidade de instalações, cresce também aquilo que podemos chamar de base instalada.

Imagine uma cidade onde há alguns anos existiam apenas 100 imóveis com energia solar.

Depois aparecem 500.

Depois 2 mil.

Depois 5 mil.

Cada novo sistema instalado entra nessa base.

E isso muda completamente a pergunta de negócio.

Em vez de perguntar apenas:

“Quantas pessoas ainda querem comprar energia solar?”

podemos perguntar:

“Quantos sistemas já existem e poderão precisar de algum tipo de serviço durante sua operação?”

É aí que começa nossa investigação.

BLOCO 2 — O MERCADO QUE APARECE DEPOIS

Pense em um carro.

A montadora ganha quando vende o veículo.

A concessionária pode ganhar na venda.

Mas a atividade econômica relacionada àquele carro não termina ali.

Existem oficinas.

Autoelétricas.

Lojas de peças.

Pneus.

Alinhamento.

Funilaria.

Diagnóstico.

Revisões.

A venda inicial cria uma cadeia de serviços posteriores.

Com sistemas solares, a lógica não é idêntica, mas existe uma pergunta comercial semelhante:

Quais serviços aparecem durante os anos seguintes à instalação?

E aqui encontramos possibilidades que merecem ser investigadas.

BLOCO 3 — PRIMEIRO SERVIÇO: INSPEÇÃO

Um sistema fotovoltaico possui diversos componentes e pontos que podem ser avaliados.

Painéis.

Cabos.

Conexões.

Estruturas.

Inversores.

Proteções elétricas.

Monitoramento.

Dependendo do tipo de problema, podem ser necessárias inspeções e diagnósticos especializados.

E aqui aparece algo interessante para quem pensa em prestação de serviços:

diagnosticar um problema pode ter valor econômico.

Imagine um proprietário percebendo que o sistema aparentemente não está produzindo como esperava.

Ele não necessariamente sabe por quê.

Será sujeira?

Sombreamento?

Falha em algum componente?

Problema de conexão?

Inversor?

Configuração?

Outra causa?

É justamente aí que conhecimento técnico e instrumentos adequados podem se transformar em serviço profissional.

Mas atenção:

estamos falando de sistemas elétricos e, frequentemente, de equipamentos instalados em altura.

Portanto, não estamos sugerindo que alguém compre uma ferramenta hoje e comece amanhã sem capacitação.

A oportunidade existe justamente para quem estiver disposto a aprender a executar o trabalho corretamente.

BLOCO 4 — SEGUNDO SERVIÇO: LIMPEZA TÉCNICA

Esse provavelmente é o serviço mais conhecido.

Painéis instalados ao ar livre podem acumular poeira e outros resíduos, dependendo muito das condições locais.

Mas aqui existe um erro que devemos evitar.

Não significa que todo painel esteja precisando de limpeza o tempo inteiro.

E muito menos que seja correto prometer determinada porcentagem de aumento na geração sem avaliar as condições reais do sistema.

A frequência e a necessidade podem variar conforme localização, inclinação dos módulos, chuvas, poeira, vegetação e outras características.

Por isso, o negócio profissional não deveria ser simplesmente:

“Vou lavar placas solares.”

O posicionamento pode ser muito mais interessante:

“Vou entender manutenção e conservação de sistemas fotovoltaicos e oferecer os serviços apropriados para cada situação.”

Percebe a diferença?

Um vende apenas mão de obra.

O outro começa a construir conhecimento especializado.

BLOCO 5 — TERCEIRO SERVIÇO: MONITORAMENTO E DESEMPENHO

Agora chegamos a uma área menos óbvia.

Muitos sistemas possuem mecanismos para acompanhar sua geração.

Mas possuir dados não significa necessariamente saber interpretá-los.

Imagine um pequeno empresário que instalou energia solar.

Ele administra funcionários.

Clientes.

Estoque.

Fornecedores.

Contas.

Vendas.

Será que ele acompanha detalhadamente o comportamento do sistema fotovoltaico?

Talvez sim.

Talvez não.

Essa situação abre uma pergunta:

Poderia existir um serviço recorrente de acompanhamento e suporte para determinados clientes?

Em vez de esperar o cliente perceber sozinho que existe alguma anormalidade, um prestador especializado poderia trabalhar com acompanhamento, quando tecnicamente e contratualmente aplicável.

E aqui aparece uma palavra muito importante para pequenos negócios:

recorrência.

Um serviço realizado uma única vez gera uma venda.

Um serviço que resolve uma necessidade periódica pode gerar relacionamento contínuo.

Mas a viabilidade precisa ser validada na região e no perfil de cliente escolhido.

BLOCO 6 — QUARTO SERVIÇO: DIAGNÓSTICO COM EQUIPAMENTOS

Agora o assunto fica ainda mais visual.

Existem ferramentas e métodos utilizados profissionalmente para encontrar determinados problemas que os olhos sozinhos podem não identificar.

Instrumentos elétricos.

Equipamentos de medição.

Câmeras térmicas em determinadas inspeções.

Sistemas de monitoramento.

E, em algumas operações profissionais, até drones podem fazer parte do processo de inspeção.

Aqui surge uma possibilidade interessante para o Pontal Cursos:

equipamento + conhecimento = serviço especializado.

Mas existe uma diferença enorme entre comprar um equipamento e saber prestar o serviço.

Uma câmera térmica na mão de alguém sem conhecimento pode simplesmente produzir imagens bonitas.

Na mão de um profissional capacitado, integrada a um procedimento correto, ela pode ajudar em determinadas análises.

Portanto, quanto mais técnico for o serviço, maior tende a ser a importância da capacitação.

BLOCO 7 — QUEM PODERIA ENTRAR NESSE MERCADO?

Agora talvez você esteja pensando:

“Isso serve para mim?”

Existem perfis que podem ter maior proximidade com esse mercado.

Eletricistas.

Técnicos.

Profissionais que já trabalham com energia solar.

Empresas de instalação querendo criar pós-venda.

Prestadores interessados em adquirir uma nova especialização.

E pessoas que estejam dispostas a buscar formação antes de começar.

Para alguém que já trabalha com eletricidade, por exemplo, adicionar conhecimento fotovoltaico pode representar uma expansão profissional.

Para alguém começando do zero, o caminho provavelmente será diferente.

Primeiro vem capacitação.

Depois experiência.

Depois equipamentos.

E somente então a prestação profissional de determinados serviços.

BLOCO 8 — O ERRO DE COMPRAR EQUIPAMENTO ANTES DE ENCONTRAR CLIENTE

Este talvez seja um dos pontos mais importantes deste vídeo.

Imagine assistir a um conteúdo sobre inspeção solar, ficar empolgado e imediatamente comprar vários equipamentos.

Depois você descobre que na sua cidade existem poucos sistemas.

Ou que as empresas instaladoras já oferecem determinados serviços.

Ou que o tipo de serviço imaginado exige uma qualificação que você ainda não possui.

O equipamento fica parado.

E o investimento vira despesa.

Por isso, faça o contrário.

Primeiro investigue o mercado.

Você pode começar fazendo perguntas.

Quantos sistemas solares existem na região?

Existem muitos em residências?

Empresas?

Fazendas?

Condomínios?

Quem instalou esses sistemas?

Essas empresas oferecem pós-venda?

Que serviços oferecem?

Existem reclamações ou necessidades recorrentes?

Quanto os clientes pagariam por um serviço realmente necessário?

Somente depois dessa investigação começa a fazer sentido pensar em investimento.

BLOCO 9 — COMO VALIDAR A OPORTUNIDADE SEM COMEÇAR GASTANDO

Pegue seu celular ou computador.

Abra um mapa e pesquise empresas de energia solar da sua região.

Veja quantas existem.

Analise os serviços oferecidos.

Depois converse com proprietários que já possuem sistemas.

Não tente vender nada inicialmente.

Pergunte.

“Há quanto tempo você instalou?”

“A empresa continua acompanhando?”

“Você já precisou de manutenção?”

“Já teve algum problema?”

“Quem resolveu?”

“Foi fácil encontrar profissional?”

Poucas conversas não comprovam um mercado.

Mas podem revelar problemas que merecem uma investigação maior.

Você também pode pesquisar dados públicos sobre geração distribuída em sua cidade e região.

A ideia é substituir:

“Eu acho que isso dá dinheiro.”

por:

“Eu encontrei evidências de que existe um problema pelo qual alguém está disposto a pagar para resolver.”

Essa mudança de mentalidade vale para praticamente qualquer pequeno negócio.

BLOCO 10 — RESIDÊNCIAS OU EMPRESAS?

Existe outra decisão interessante.

Atender consumidores residenciais pode representar grande quantidade de possíveis clientes.

Mas atender empresas pode permitir outra dinâmica.

Imagine:

supermercados.

Galpões.

Hotéis.

Fazendas.

Indústrias.

Comércios.

Condomínios.

Cada segmento pode possuir sistemas de tamanhos, necessidades e níveis de complexidade diferentes.

Portanto, talvez a pergunta não seja:

“Como consigo qualquer cliente?”

Talvez seja:

“Em qual tipo de cliente consigo me especializar?”

Especialização pode ser uma ferramenta poderosa para diferenciação.

BLOCO 11 — O NEGÓCIO NÃO ESTÁ NECESSARIAMENTE NA LIMPEZA

Agora chegamos à principal conclusão da nossa investigação.

Quando começamos este vídeo, poderíamos imaginar que a oportunidade escondida seria simplesmente:

limpar painéis solares.

Mas o mercado potencial é mais amplo.

O verdadeiro tema é o pós-instalação.

Conforme a base instalada cresce, aumenta o universo de equipamentos que permanecerão em operação por anos.

Ao redor dessa base podem existir necessidades de:

inspeção;

diagnóstico;

manutenção;

monitoramento;

limpeza quando necessária;

suporte técnico;

e outros serviços especializados.

Isso não significa que todos serão lucrativos em qualquer cidade.

Mas significa que existe algo muito interessante para investigar:

uma infraestrutura instalada cria necessidades posteriores.

E esse princípio não vale apenas para energia solar.

BLOCO 12 — A LIÇÃO EMPREENDEDORA ESCONDIDA

Talvez a maior lição deste vídeo seja esta:

Quando um mercado cresce muito, não olhe somente para o produto principal.

Olhe para aquilo que aparece ao redor dele.

Quando milhões de pessoas compram carros, surgem serviços automotivos.

Quando computadores entram nas empresas, surgem serviços de suporte.

Quando equipamentos solares ocupam telhados, também podem surgir necessidades posteriores.

É assim que um empreendedor começa a enxergar oportunidades que não são tão óbvias.

Ele pergunta:

“O que todo mundo está comprando?”

Depois:

“Que problema essa compra vai criar amanhã?”

E finalmente:

“Existe uma maneira profissional de resolver esse problema?”

Essa é a pergunta que pode revelar oportunidades muito antes de elas aparecerem nas listas de “10 ideias para ganhar dinheiro”.

Agora eu quero fazer uma pequena pesquisa com você.

Olhe para sua cidade.

Existem muitas casas, empresas ou propriedades rurais com painéis solares?

E principalmente:

você conhece alguma empresa especializada somente em cuidar desses sistemas depois da instalação?

Escreva sua cidade e estado nos comentários e conte como é esse mercado por aí.

Isso pode nos ajudar a descobrir quais regiões merecem uma investigação específica aqui no Pontal Cursos.

E lembre-se:

antes de investir em qualquer negócio, pesquise a demanda, os custos, a concorrência, as exigências técnicas e a legislação aplicável.

Uma oportunidade não começa quando você compra uma máquina.

Ela começa quando você encontra um problema real que alguém precisa resolver.

Milhares de pessoas estão colocando painéis solares nos telhados de casas, comércios, galpões e propriedades rurais.

E muita empresa já ganhou dinheiro vendendo esses equipamentos. Outras ganharam fazendo a instalação.

Só que existe uma pergunta que quase ninguém faz.

O que acontece depois que todos esses painéis estão instalados?

Porque a empresa termina a instalação e vai embora. Mas o equipamento continua ali… durante anos.

Pegando sol, chuva, poeira, folhas e tudo aquilo que existe no ambiente.

E talvez seja justamente aí que começa outro mercado.

Inspeção, monitoramento, diagnóstico, manutenção, limpeza técnica e identificação de problemas.

Então hoje nós vamos investigar o negócio que existe depois da instalação dos painéis solares.

E presta atenção, porque no final você vai perceber que a oportunidade pode ser muito maior do que simplesmente limpar placas.

Durante muito tempo, quando alguém falava em trabalhar com energia solar, normalmente apareciam duas ideias.

Vender painel solar ou instalar sistema fotovoltaico.

Só que existe uma característica interessante.

Cada novo sistema instalado passa a fazer parte de uma base de equipamentos que pode permanecer funcionando durante muitos anos.

Imagine uma cidade que tinha cem imóveis com energia solar.

Depois passou para quinhentos.

Depois dois mil.

Depois cinco mil.

Chega uma hora em que talvez seja tão interessante perguntar quantos sistemas já existem quanto perguntar quantos ainda serão vendidos.

E é aqui que começa nossa investigação.

Pensa em um carro.

A atividade econômica não acaba quando alguém compra o veículo.

Depois aparecem oficina, autoelétrica, peças, pneus, diagnóstico, revisão e vários outros serviços.

Com energia solar a situação não é exatamente igual, claro.

Mas a pergunta comercial é parecida.

Que tipo de serviço aparece depois que o equipamento já foi instalado?

Um deles é inspeção.

Imagine que uma pessoa percebe que seu sistema aparentemente não está produzindo como esperava.

O problema pode ter diferentes causas.

Pode envolver sujeira, sombreamento, algum componente, conexão, inversor, configuração ou outra situação.

E o proprietário normalmente não possui conhecimento técnico para descobrir sozinho.

É aí que conhecimento especializado pode se transformar em serviço.

Outro serviço é a limpeza.

E aqui precisamos tomar cuidado.

Não significa que todo painel precise ser limpo o tempo inteiro. A necessidade depende das condições do local, chuva, poeira, inclinação, vegetação e vários outros fatores.

Então existe uma diferença entre simplesmente dizer “eu lavo placa solar” e aprender a trabalhar profissionalmente com conservação e manutenção de sistemas fotovoltaicos.

Mas existe uma área ainda menos óbvia.

Monitoramento.

Muitos sistemas permitem acompanhar sua geração.

Só que ter os dados disponíveis não significa que todo proprietário acompanhe e entenda esses dados.

Pensa num empresário.

Ele tem cliente, funcionário, fornecedor, estoque, conta para pagar, venda para fazer.

Será que ele está olhando detalhadamente o sistema solar todos os dias?

Talvez sim. Talvez não.

Então aparece uma pergunta interessante.

Será que determinados clientes pagariam por algum tipo de acompanhamento e suporte recorrente?

Essa possibilidade precisa ser validada. Mas ela é interessante porque introduz uma palavra muito importante nos negócios: recorrência.

Agora tem outra parte desse mercado que chama bastante atenção.

Diagnóstico utilizando equipamentos.

Existem instrumentos elétricos, equipamentos de medição, câmeras térmicas para determinadas aplicações e até operações profissionais que utilizam drones em inspeções.

E isso cria uma combinação que nós gostamos muito aqui no Pontal Cursos.

Equipamento mais conhecimento pode virar serviço.

Só que não adianta simplesmente comprar uma câmera térmica e achar que automaticamente virou especialista.

O equipamento é apenas uma ferramenta.

O valor está em saber utilizar a ferramenta corretamente e interpretar aquilo que ela mostra.

E aí vem outra pergunta.

Quem poderia trabalhar nesse mercado?

Eletricistas, técnicos, profissionais que já trabalham com energia solar, instaladores querendo criar um serviço de pós-venda e pessoas interessadas em buscar uma nova especialização.

Para quem já trabalha com eletricidade, pode ser uma expansão profissional interessante.

Para quem está começando do zero, o caminho é diferente.

Primeiro capacitação. Depois experiência. Depois equipamentos. E só então determinados serviços profissionais.

E aqui eu preciso falar de um erro muito comum.

Comprar equipamento antes de descobrir se existem clientes.

A pessoa assiste a um vídeo, fica empolgada, compra ferramentas, equipamentos e depois descobre que na cidade dela existem poucos clientes ou que o serviço que imaginou exige conhecimentos que ela ainda não possui.

Faça o contrário.

Primeiro investigue.

Quantos sistemas solares existem na sua região?

Quem instalou?

As empresas oferecem pós-venda?

Que serviços elas oferecem?

Os proprietários já tiveram problemas?

Foi fácil encontrar alguém para resolver?

Existe alguma necessidade que ninguém está atendendo bem?

Depois você pensa no investimento.

Inclusive, você pode começar sem vender nada.

Converse com quem possui energia solar.

Pergunte há quanto tempo instalou.

Pergunte se a empresa continua acompanhando.

Se já precisou de manutenção.

Se teve algum problema.

Quem resolveu.

Quanto tempo demorou para encontrar profissional.

Poucas conversas não provam que existe um mercado.

Mas elas podem revelar um problema que merece ser investigado.

E existe outra decisão.

Você quer atender residências ou empresas?

Porque talvez existam oportunidades diferentes em supermercados, hotéis, galpões, fazendas, condomínios, comércios e outros estabelecimentos.

Em vez de tentar atender qualquer pessoa, talvez seja mais interessante se especializar.

E agora chegamos ao ponto mais importante.

Talvez o negócio escondido da energia solar não seja a limpeza das placas.

O verdadeiro mercado que precisamos observar é o pós-instalação.

Quanto maior a quantidade de sistemas funcionando, maior é o universo de equipamentos que permanecerão em operação durante anos.

E ao redor deles podem surgir necessidades de inspeção, diagnóstico, manutenção, monitoramento, limpeza e suporte especializado.

Isso não significa que todos esses serviços serão lucrativos em qualquer cidade.

Mas revela uma maneira diferente de procurar oportunidades.

Quando um mercado cresce, não olhe apenas para o produto que todo mundo está comprando.

Pergunte o que vai acontecer depois.

Quando muita gente compra carro, aparecem serviços automotivos.

Quando computadores entram nas empresas, aparecem serviços de suporte.

Quando sistemas solares ocupam milhares de telhados, vale perguntar quais serviços aparecerão ao redor deles.

Então eu quero fazer uma pesquisa com você.

Na sua cidade existem muitas casas e empresas com energia solar?

E você conhece alguma empresa especializada em cuidar desses equipamentos depois que eles foram instalados?

Coloque sua cidade e seu estado nos comentários e conte como é esse mercado por aí.

Isso pode ajudar a gente a descobrir quais regiões merecem uma investigação aqui no Pontal Cursos.

E antes de investir, lembre sempre de pesquisar demanda, concorrência, custos, capacitação, segurança e as exigências da atividade.

Porque uma oportunidade de negócio não começa quando você compra uma máquina.

Ela começa quando você encontra um problema real que alguém precisa resolver.

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